10 de outubro de 2011

Irradiando amor...


"No momento em que você compreende o que é o amor, em que você experiencia o que é amor você se torna amor. Então não existe em você necessidade de ser amado e não existe em você necessidade de ser amoroso; ser amoroso será a sua simples e espontânea natureza, sua própria respiração.

Você não poderá fazer outra coisa; você será simplesmente amoroso.
Então, se em troca o amor não vêm a você, você não se sentirá ferido, pela simples razão de que somente a pessoa que se tornou amor pode amar. Você só pode dar aquilo que tem.

Pedir às pessoas que o amem - pessoas que não têm amor em suas vidas, que não chegaram à fonte de seu ser, onde o amor tem seu santuário...como elas podem amá-lo?
Ela podem fingir, podem dizer que amam, podem até acreditar que amam. Porém, mais cedo ou mais, vai ser percebido que não é verdadeiro. (...)

Aqueles que encontraram a fonte do amor dentro de si mesmos não tem mais necessidade de serem amados -e eles serão amados.
Eles amarão por nenhuma outra razão além de simplesmente terem muito amor - assim como uma nuvem de chuva quer chover, assim como uma flor quer desprender seu perfume, sem desejo de conseguir qualquer coisa. A recompensa do amor está em amar, não em conseguir amor.

E estes são os mistérios da vida: se uma pessoa é recompensada simplesmente por amar, muitas a amarão, porque, por estarem em contato com ela, lentamente começarão a descobrir a fonte dentro de si mesmas. Agora elas conhecem pelo menos uma pessoa que irradia amor e cujo amor não é fruto de nenhum necessidade. Quanto mais ela compartilha e irradia seu amor, mais ele cresce.

A mente funciona no "isso ou aquilo"; ou isso pode estar certo ou seu oposto pode estar certo. Ambos ao mesmo tempo não podem estar certos no que diz respeito à mente, à sua lógica, à sua racionalidade. Sua mente é isso ou aquilo, então o coração é isto e aquilo.

O coração não tem lógica, mas tem sensibilidade, perceptividade. Se a questão é escolher entre a mente e o coração, o coração está sempre certo, porque a mente é uma criação da sociedade. Ela foi educada, ela lhe foi dada pela sociedade, não pela existência.

O coração não está poluído, O coração é pura existência; portanto ele tem sensibilidade. Olhe o ponto de vista do coração e as contradições começam a se derreter como gelo"
Osho em Pepitas de Ouro

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