15 de maio de 2010

Amor...


"O amor de verdade não é uma fuga da solidão, o amor de verdade é uma solitude abundante. A pessoa está tão feliz em ficar sozinha que tem vontade de compartilhar. A felicidade sempre quer compartilhar. Ela é excessiva, não pode se conter, como a flor não pode conter sua fragrância - ela tem que se espalhar pelo ar.

O amor é um subproduto da liberdade. É a alegria transbordante de liberdade, é a fragrância da liberdade.

Primeiro é preciso que haja liberdade para que depois haja o amor.(...)

Cada pessoa é um mistério infinito, inextinguível, inescrutável, que não é possível que um dia você diga: "Eu conheço essa pessoa". O máximo que você pode dizer é: " Eu dei o melhor de mim, mas o mistério continua um mistério". Na verdade, quanto mais você conhece, mais misterioso outro fica. É por isso que o amor é uma constante aventura.

Como é possível conhece o outro? Você pode amar e, através do amor, esse milagre acontece. Se amar o outro, uma grande compreensão surge naturalmente. Não que tente compreender o outro: você simplesmente ama o outro como ele é, sem julgamentos.

Viva e ame. E ame total e intensamente - mas sem nunca ir contra a liberdade. A liberdade deve continuar sendo um valor supremo".
Osho em Faça seu Coração Vibrar

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