6 de junho de 2010

Vem do horizonte...


Vem do horizonte distante,
E pousa suave em minhas mãos...
Brisa leve que perpassa distâncias
E acolhe simples aqui junto a mim...
Não tem forma, nem nome tem
Não precisa,
Não faz alarde,
Não ofusca,
Existe simplesmente...
Reconheço quando chega,
Reconheço a poesia do momento,
Me arrepia,
Faz tremer...
E me traz paz, delicadeza, beleza,
Um vulcão em um lago calmo...

Vem do horizonte distante,
E pousa suave em minhas mãos...
Mas já mora no meu coração, na minha alma...
Sorri,
Canta,
Dança,
Brinca,
E me faz perceber coisas que não via antes...

Essa magia permeia minha vida,
Não tem explicação
Nem precisa na verdade,
É beleza única, autêntica.

Realidade profunda da alma,
Momentos de eternidade a dois...

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